Tema de redação 19EV08 – série especial – “coaching”

Fonte: https://br.depositphotos.com/stock-photos/coaching.html?qview=72019003

Leia atentamente os textos abaixo:

Texto 01.

“Coach é um profissional que atua desenvolvendo as habilidades humanas, trabalhando com ferramentas e técnicas eficazes, que fazem com que o coachee (cliente) desenvolva o autoconhecimento e neutralize suas limitações para alcançar o sucesso pessoal e/ou profissional. O coaching é um processo em plena ascensão no Brasil e vem conquistando cada vez mais espaço na vida daqueles que desejam realizar seus sonhos, melhorar a qualidade de vida e crescer profissionalmente. O coaching não seria possível sem a figura-chave desse processo: o coach. Em outras palavras, é um profissional que se aprimora como ser humano e também contribui para que outras pessoas façam o mesmo! Com um mercado aquecido para essa profissão, muitas pessoas estão aproveitando a sua experiência profissional ou a sua especialidade acadêmica para se tornarem coaches.”

Fonte: https://www.febracis.com.br/o-que-e-coach/

Texto 02.

“Um setor que não para de crescer. Entre sérios e oportunistas, o universo do coaching já soma mais de 40 000 profissionais (embora esse não seja o termo correto, já que não existe uma profissão regulamentada no setor) no mundo todo.

Os Estados Unidos representam a maior fatia, onde a atividade já movimenta mais 2,5 bilhões de dólares por ano. Embora mais tímido, o crescimento no Brasil é bastante acelerado. Estima-se que entre 2010 e 2014 houve um aumento de 300% no número de coaches ativos no país.

A explosão tem um lado negativo. À medida que aumenta o número de pessoas atuando como coaches, aumenta também a confusão sobre sua aplicabilidade. Hoje, dependendo de quem vende o serviço, o coaching pode “resolver” um pouco de tudo. E aí é que mora o perigo.”

Fonte: https://exame.abril.com.br/negocios/a-banalizacao-do-coaching/

Texto 03.

“Não faz muito tempo que o termo coach se popularizou, mas você, provavelmente, conhece alguém que atua nessa área ou, pelo menos, fez sessões de coaching. Isso porque a profissão ganhou adeptos muito rapidamente. Não existem números oficiais sobre coaches no país. No entanto, só a Sociedade Brasileira de Coaching (SBC) já formou mais de 35 mil coaches, embora nem todos atuem na área. De acordo com especialistas, esse boom da profissão se deve, entre outros fatores, ao desemprego e à facilidade de se inserir nesse mercado, já que não há regulamentação para o ofício nem fiscalização para os cursos de formação.

No entanto, à medida que o número de coaches aumenta, cresce também o risco de charlatões se inserirem na área: são treinadores que fazem promessas como reprogramação do DNA e cura “quântica” de doenças — invadindo e desrespeitando áreas de trabalhos com base científica e terapêutica. Esse fato levou o sergipano William Menezes, 18 anos, a propor, no site e-Cidadania, a criminalização do coaching, ideia que reuniu 20 mil assinaturas favoráveis e se transformou na Sugestão Legislativa (SUG) nº 26 de 2019, a qual tramita no Senado Federal.

Se aprovada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), a ideia poderá se tornar um projeto de lei. Outra corrente formada por deputados e entidades ligadas ao coaching reconhece que existem abusos no mercado e, por isso, deseja regulamentar a profissão, a fim de estabelecer limites e critérios para trabalhadores do ramo. Atualmente, tramitam na Câmara dos Deputados quatro projetos de lei com essa proposta.

A sugestão legislativa de William Menezes para criminalizar o coaching divide opiniões. No site do Senado, ela reúne mais de 13,9 mil votos a favor e 9,8 mil contra. O vice-presidente da SBC, Jeferson Almeida, acredita que a proposta tenha sido positiva para provocar o debate sobre a regularização da profissão. ‘Essa sugestão gerou um movimento bastante interessante para a gente promover uma discussão séria sobre a regulamentação do coaching, não só do ponto de vista político, mas também do ponto de vista da sociedade como um todo’, afirma o especialista em direito empresarial e econômico pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Já o Instituto Brasileiro de coaching (IBC) afirmou, em nota, que a proposta de criminalização ‘não apresenta qualquer fundamento’. Ainda de acordo com o IBC, ‘todo e qualquer cidadão brasileiro tem o direito de redigir uma ideia legislativa e submetê-la à apreciação popular e foi o que aconteceu’. A entidade optou por não participar formalmente da audiência pública interativa promovida pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) no Senado, em 3 de setembro, para debater a proposta. ‘É preciso colocar um ponto final nessa hipótese sem nexo para que possa florescer o bom debate e troca de ideias acerca do coaching em sua integralidade’, diz trecho da nota.”

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/trabalho-e-formacao/2019/10/27/interna-trabalhoeformacao-2019,801404/proposta-de-criminalizacao-do-coaching-tramita-no-congresso.shtml

Proposta de redação 2019EV08A – dissertação (USP, Unesp, Uniube, etc.)

Sobre o assunto tratado nos textos motivadores, faça uma dissertação argumentativa sobre a razoabilidade da proposta de criminalização da atuação do “coach” no Brasil.

Instruções:

  1. Lembre-se de que a situação de produção de seu texto requer o uso da norma padrão da língua portuguesa.
  2. A redação deverá ter entre 25 e 30 linhas.
  3. Dê um título a sua redação.

Proposta de redação 2019EV08B – Outros gêneros – Unicamp, UEL, UnB, UFU, etc.

Faça um resumo do texto 03 da coletânea.

Proposta de redação 2019EV08C – Artigo de opinião ou editorial- Unicamp, UEL, UnB, UFU, etc.

Faça um editorial sobre a questão da criminalização do “coaching” no Brasil.

Proposta de redação 2019EV08D – carta argumentativa ou aberta – Unicamp, UEL, UnB, UFU, etc.

Escreva uma carta argumentativa destinada a um deputado ou senador com sua posição sobre a proposta de criminalização do “coaching” e com a solicitação de que ele interceda em favor do seu posicionamento.

Instruções gerais:

  1. Se for o caso do gênero textual em questão, dê um título para sua redação.
  2. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: o que estiver expressamente informado no edital, no manual do candidato, etc., do vestibular pelo qual você se interessa, que são as fontes de informação mais confiáveis a respeito dessa questão. Em hipótese alguma, escreva seu nome, apelido, etc., na folha de prova. Na dúvida, melhor nunca assinar um texto de concurso.
  3. Via de regra, não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação. Ainda que, em alguns concursos, é importante estabelecer conexões entre as informações dos textos de apoio do tema de redação com o repertório cultural do candidato.
  4. Respeite o mínimo e o máximo de linhas associado à prova de redação para a qual você se prepara. Informe a universidade na folha de redação de forma legível no local destinado ao código da proposta. Contudo, normalmente, o mínimo usado é de 25 linhas e o máximo de 30, ou algo parecido na maioria dos concursos no Brasil.

4.1. UnB – máximo de 30 linhas. A quantidade de linhas escritas interfere na nota final. “No cálculo da nota da redação, quanto maior o número de linhas efetivamente escritas, maior a pontuação.”.

4.2. Unicamp – até 22 linhas em cada um dos dois textos.

4.3. UEL – de duas a quatro redações. 12 pontos cada. Números mínimos e máximos variados entre 8 e 16 linhas a depender do gênero textual exigido.

4.4. UFU – 25 a 36 linhas. Um de três temas possíveis.

Instruções UFU:

Leia com atenção todas as instruções.

  1. Você encontrará três situações para fazer sua redação. Leia as situações propostas até o fim e escolha a proposta com a qual você tenha maior afinidade.
  2. Após a escolha de um dos gêneros, assinale a opção no alto da Folha de Resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero.
  3. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
  4. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva no lugar da assinatura: JOSÉ ou JOSEFA.
  5. Em hipótese alguma, escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
  6. Utilize trechos dos textos motivadores, parafraseando-os.
  7. Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
  8. ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.

Deixe uma resposta