Tema de redação 21MEV04 e sugestões de leitura – Direito animal (Enem, Fuvest, Vunesp, Unicamp, Famema, Famerp, etc.)

Fonte: http://pawelkuczynski.com/


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Indicações de leitura para o tema de redação 21MEV04

Palavras-chave – educação, direito animal, direitos dos animais, racionalismo, ecologia, ecocídio, antropocentrismo, biocentrismo, ecocentrismo, especismo, abolicionismo animal, utilitarismo, bem-estarismo, veganismo, vegetarianismo.

Texto 21T074

Texto 21T075

Texto 21T076

Texto 21T077

Tema de redação 21MEV04
Direito animal

Texto 01

“Declaração Universal dos Direito dos Animais
Preâmbulo
Considerando que todo o animal possui direitos; Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza; Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo; Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros; Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante; Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais. (…)”

Fonte: http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/direitoanimais.htm

Texto 02

“A definição de que o homem é um ser pensante e de que isso o diferencia dos outros animais pode estar com os dias contados. Ao longo dos últimos anos, pesquisas científicas vêm demonstrando que alguns bichos têm, sim, consciência. E não são apenas mamíferos, como macacos e golfinhos — já conhecidos por sua inteligência e habilidade de se identificar no espelho —, mas também papagaios e até polvos e moscas. “O que de mais surpreendente veio à tona nas recentes investigações é que a consciência pode ser muito mais amplamente compartilhada entre todos os filhos da natureza do que a maioria de nós poderia pensar”, afirma Christof Koch, neurocientista do Allen Institute for Brain Science, centro de pesquisas médicas sem fins lucrativos baseado em Seattle, nos EUA.
Constatações assim esquentam ainda mais a acalorada discussão que há séculos divide cientistas, filósofos e especialistas em direitos: até que ponto seríamos superiores aos outros animais? Dizer que eles compartilham conosco a capacidade de perceber a si mesmos e seu entorno, de sentir e também de sofrer pode alterar o modo como os tratamos — o que já começa a acontecer. Da maneira como os gados de corte vivem e morrem nas fazendas de criação à substituição de cobaias animais em testes de cosméticos, podemos mudar para sempre a forma com que nos relacionamos com os bichos.”

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI340748-17773,00-PELOS+DIREITOS+DOS+ANIMAIS.html

Texto 03

“A forma mais habitual de especismo é a que faz diferença entre seres humanos e outros animais. Esse tipo de especismo é conhecido como especismo antropocêntrico, porque desfavorece aqueles que não são parte da espécie humana.
Historicamente, os seres humanos têm um comportamento especista em relação aos demais animais, cujos interesses como não sofrer e não morrer recebem um peso menor ou não recebem peso algum por grande parte da nossa sociedade. Graças a essa visão de inferioridade, os seres humanos utilizam os animais como fonte de alimento, matéria-prima, transporte e entretenimento, sem considerar os efeitos negativos que suas ações poderiam provocar neles.
Mesmo dentro do especismo existem distintos valores dados aos animais de acordo com sua espécie. Por exemplo, muitas vezes animais que são vistos como mascotes como cães e gatos são mais valorizadas que outros, como vacas, galinhas e porcos, espécies exploradas em grande escala pela indústria agropecuária.”

Fonte: https://www.politize.com.br/especismo-e-antiespecismo/

Texto 04

“Outro argumento corrente dos defensores dos direitos dos bichos é que o uso de animais se tornou obsoleto com o surgimento de alternativas para as experiências. “De fato, existem alternativas, mas nem todas são válidas e podem ser utilizadas. À medida que as alternativas forem desenvolvidas e validadas, os pesquisadores serão os primeiros a utilizá-las. O importante para o pesquisador é a validade do seu resultado, sendo ele produzido com animais ou com técnicas alternativas”, diz Marcel Frajblat, professor da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Itajaí (SC), e presidente do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal (Cobea). ‘No caso dos medicamentos, eles têm de passar por pelo menos três espécies animais antes de serem comercializados. Não existem alternativas, fora do uso de animais, para testar um medicamento antes de ele ser encaminhado para testes pré-clínicos em seres humanos’, diz Frajblat. Milton de Arruda Martins, professor titular da clínica médica da FMUSP, dá exemplos: “Medicamentos contra a AIDS e contra o câncer têm de ser bastante potentes e a experimentação animal vem sendo fundamental para avaliar tanto os efeitos benéficos como os colaterais”. Da mesma forma, diz Martins, o desenvolvimento de vacinas exige, a certa altura, que o antígeno seja aplicado num organismo vivo para averiguar sua capacidade de produzir anticorpos. ‘Temos duas opções: testá-los em animais ou aplicá-los diretamente em seres humanos. Não há uma terceira opção e a sociedade precisa saber disso’, afirma.
É certo que o argumento da obsolescência de aplicações dos modelos animais baseia-se em premissas que fazem sentido. De fato, certos usos caíram em desuso, alguns por razões éticas, e, sim, surgiram opções capazes de aposentar o uso de animais em vários tipos de experiência. Mas os avanços científicos, com as novas perguntas e desafios que impõem aos pesquisadores, fazem brotar novas aplicações de modelos animais a cada dia – e não há razões para acreditar que isso vá mudar..”

Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/sem-eles-nao-ha-avanco/

Proposta de redação 21MEV04A – dissertação – Fuvest, Vunesp, Uniube, Famema, Famerp, etc.

Escreva um texto dissertativo sobre a questão abaixo: é razoável que tantos animais sejam tratados de maneira desumana por seres que se consideram racionais e humanos?

Instruções para a dissertação da proposta de redação A:
1. A situação de produção de uma dissertação argumentativa requer o uso da norma padrão da língua portuguesa, de linguagem objetiva, de argumentação científica e de terceira pessoa.
2. Não copie trechos dos textos de apoio.
3. Não assine.
4. O tamanho da redação deverá ser adequado ao concurso pretendido. Para tanto, é importante seguir os limites impostos pelas universidades até 2020: entre 20 e 30 linhas (Fuvest), 15 a 33 linhas (Vunesp), 25 e 30 linhas (Uniube), etc. Por isso, é imprescindível que a universidade pretendida seja informada com destaque logo após o código da proposta de redação na folha que será entregue para a correção. Do contrário, a correção levará em consideração a norma mais comum: 25 linhas como mínimo e 30 como máximo.
5. Dê um título a sua redação, caso a universidade pretendida o exija.

Proposta de redação 21MEV03B – dissertação – Enem.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O combate aos maus-tratos contra animais domésticos no Brasil.”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Instruções do Enem para a prova de redação (proposta B):
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

Proposta de redação 21MEV03C – outros gêneros – Unicamp, UFU.

Escreva um manifesto em favor dos direitos individuais, da “descoisificação” e do respeito à saúde mental e física dos animais em todos ou na maioria dos setores da sociedade.

Instruções da Unicamp para a prova de redação:
1. Este caderno contém duas propostas de redação. Você deverá escolher apenas uma delas para desenvolver.
2. Se quiser, faça um rascunho do seu texto. A folha de rascunho não será considerada pelos avaliadores. O rascunho poderá ser escrito a lápis.
3. A versão final do seu texto deverá ser feita com caneta esferográfica preta na folha reservada para a Redação.
4. Não haver nenhuma identificação pessoal (nome, sobrenome, etc.) nos textos.

Instruções da UFU para a prova de redação:
1. Você encontrará duas situações para fazer sua redação. Leia as situações propostas até o fim e escolha a proposta com a qual você tenha maior afinidade.
2. Após a escolha de um dos gêneros, assinale a opção no alto da Folha de Resposta e, ao redigir seu texto, obedeça às normas do gênero.
3. Se for o caso, dê um título para sua redação. Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação escolhida que você pretende abordar.
4. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva no lugar da assinatura: JOSÉ ou JOSEFA.
5. Em hipótese alguma, escreva seu nome, pseudônimo, apelido, etc. na folha de prova.
6. Utilize trechos dos textos motivadores, parafraseando-os.
7. Não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação.
ATENÇÃO: se você não seguir as instruções da orientação geral e as relativas ao tema que escolheu, sua redação será penalizada.

Instruções adicionais para a proposta de redação C:
1. Se for o caso do gênero textual em questão, dê um título para sua redação.
2. Se a estrutura do gênero selecionado exigir assinatura, escreva, no lugar da assinatura: o que estiver expressamente informado no edital, no manual do candidato, etc., do vestibular pelo qual você se interessa, os quais são as fontes de informação mais confiáveis a respeito dessa questão. Em hipótese alguma, escreva seu nome, apelido, etc., na folha de prova. Na dúvida, melhor nunca assinar um texto de concurso.
3. Não copie trechos dos textos motivadores ao fazer sua redação, ainda que, em alguns concursos, seja importante estabelecer conexões entre as informações dos textos de apoio do tema de redação e o repertório cultural do candidato. No caso da Unicamp, é imprescindível fazer menções a dados e informações presentes no (s) texto (s) de apoio.
4. Respeite o mínimo e o máximo de linhas associado à prova de redação para a qual você se prepara. Contudo, normalmente, o mínimo usado é de 25 linhas e o máximo de 30, ou algo similar na maioria dos concursos no Brasil. No caso da Unicamp, os textos devem ter até 22 linhas.

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